
Escondo-me
entre segredos
e lendas
entre o óbvio e o irreal
entre infantilidades
e futilidades
entre o que perdi
e aquilo que ainda não encontrei
Eu queria tanto ter
... ser
Mas ainda não posso
e não sou!
Não tenho
e não sei se um dia terei
Mas continuo com meus passos
demasiadamente lentos
- flutuando entre o meu real
e outros espaços -
Cada vez mais mimados por mim mesma
e exigentes de maior franqueza
entre caminhos que já tracei
e aqueles que nunca imaginarei.
(Flávia Trigo)

4 comentários:
Querendo ou não, você já é, Florzinha!!
Linda você, lindas suas palavras.
Beijo!
Flor, minha amiga poeta,
Tua poesia é lírica e extremamente humana. Todo mundo se vê nela ( o hoje, o ontem e vislumbra, talvez um pouquinho da amanhã). Passar por ela é como passar diante de um espelho. Espelho poético que você adorna com molduras encantadoras e delicadas.
Parabéns!!
Beijos
Clau Assi
Flavinha
gosto muito dos teus versos
Tu ficas transparente quando escreves,
transparece sua sensibilidade...
tanto, que tenho a impressão
de conhecer-te muiiiitooo!
(Ousei até chamar-te de Flavinha...
rsrs)
Beijos, querida!
Flávia querida, antes agradecer-te muito a indicação. A palavra que explica meu sentir aqui é: encantamento.
Nos sentires e quereres, penso que ao final, e cada um ao seu modo, nos universalizamos.
Inspire-se e volte com tudo. Publique no Face.
Beijos, abraços, carinhos...
Suzi Amaral
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