
Sou Remédios, a bela,
sou Flor, sou Fiorella:
resquícios de variadas primaveras
Hoje sou terra molhada:
nuvens rosadas
dias verdes...
olhos tão lindos
bocas com sede.
(repleta daquilo que não entendo,
revejo antigos sentimentos
e atuais descrenças)
Permaneço distante,
com passos mais lentos
e, de minha boca poucas palavras saem...
Já não quero mudar o que não se pode tocar!
Sou primavera
quase outono
mas serei sempre
do velho verbo amar!
(Flávia Trigo)
sou Flor, sou Fiorella:
resquícios de variadas primaveras
Hoje sou terra molhada:
nuvens rosadas
dias verdes...
olhos tão lindos
bocas com sede.
(repleta daquilo que não entendo,
revejo antigos sentimentos
e atuais descrenças)
Permaneço distante,
com passos mais lentos
e, de minha boca poucas palavras saem...
Já não quero mudar o que não se pode tocar!
Sou primavera
quase outono
mas serei sempre
do velho verbo amar!
(Flávia Trigo)















